é a última que morre né?
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domingo, 15 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
deixando...
Talvez eu esteja vendo as coisas com outros olhos. Talvez seja
apenas mais uma das minhas sandices. Talvez seja loucura. Talvez seja um monte
de coisas. Como também pode ser que não seja.
Mas, de toda forma, uma coisa é certa: algo está diferente. Tenho
encontrado outras formas de ver algumas coisas que eu via apenas de uma forma e
percebi que nem tudo era da forma que eu imaginava ou queria: fato!
Tenho, constantemente, me deparado com pensamentos revoltos,
absortos de mim, leves e com vontade própria. Tenho sentido falta, mas acho que
tenho um pouco de medo de sentir. Tenho, ainda, muito medo da constatação.
Acho que é muita confusão, muitos acontecimentos, muito
sentimento pra muito pouca capacidade de absorção...
Talvez o lance de querer apenas PAZ seja mais correto do que
eu poderia supor. Talvez a simplicidade do estado de tranqüilidade proporcione
bem mais do que a gente imagine.
[...]
Continuemos com as divagações sobre o comportamento humano,
suas excentricidades, inconstâncias, medos, dúvidas e acima de tudo, os meus próprios.
E aí, neste exato ponto/momento vem a música: “Saber amar... saber deixar alguém te amar...”
Será que é este o ponto-chave da questão? Será que a gente sabe? Será que eu sei? Será que eu deixo? Será?
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
eis a questão que atormenta:
insistir ou desistir?
adendo:
"…porque o silêncio e a imobilidade foram dois dos jeitos menos dolorosos que encontrei, naquele tempo, para ocupar meus dias".
(Caio F.)
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
O conflito aqui poderia ser traduzido da seguinte forma:
O que você quer neste momento,
no fundo de sua alma,
tem a ver com o que as pessoas a sua volta
(queridas)
também querem?
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
e se...
E se eu (NÃO) tivesse me apaixonado por ele?
Se eu não tivesse desistido de ligar pra ela?
E se eu tivesse feito aquela viagem?
Tivesse ido a aquele show?
E se eu tivesse feito aquele curso?
E se eu estivesse em outra turma?
E se eu tivesse visto mais o pôr do sol? ou as luas?
E se existisse mais poesia na vida?
E se eu corresse mais atrás dos meus sonhos?
E se sorrisos francos,
beijos doces,
abraços apertados
e declarações de amor
não fossem coisas coisas raras,
mas sim parte de nossos cotidiano.
E se eu não tivesse puxado assunto?
E se…?
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
fingindo
Fingir que eu não sei,
não é o mesmo que não saber
Fingir que não me importo,
significa que eu me importo muito
Fingindo tanto
significa que eu posso virar um grande ator.
.
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
ciclos
as vezes passamos tempo demais analisando situações hipotéticas ou talvez que não merecessem tamanho desprendimento de tempo, mas um dia como num estalar de dedos as cosias mudam, como num passe de mágica tudo se transforma e a situação que se via antes, agora é totalmente diferente, aí você sacode a poeira dos ombros, passa uma água no rosto, penteia os cabelos e segue em frente... é só mais um ciclo que se fechou e que provavelmente se repetirá em outro lugar, da mesma forma...
Não há possibilidade de fugir dessa realidade, pois a força que impulsiona as mudanças é o tempo e o tempo não para.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
2011
Então é isso aí, mais um ano acabou e é chegado mais um momento em que as pessoas fazem planos e promessas e traçam metas.
Este ano, mais uma vez a vida (ou seja lá o que ou quem for) me mostra que as coisas não vão sair como a gente desejava e que temos que nos preparar pra enfrentar o inesperado.
Hoje eu gostaria de colocar um monte de palavrinhas aqui pra demonstrar tudo que eu estou sentindo e pensando mas não sei se vale a pena pois provavelmente seriam mal interpretadas. Alias, eu nem sei se elas seriam lidas, mas só de eu ter concluído esta linha de raciocínio já me deixa um pouco mais leve... Digo um pouco mais leve porque não é conclusivo esta linha de pensamentos: só faz com que eu entenda alguns pontos pra saber como eu devo agir de agora pra frente.
Resumindo a história pra poder encerrar: só preciso saber que tudo começa e termina em mim. Sou eu quem pode (e deve) resolver as coisas (por mais difícil que isso seja). É aquela velha história de que somos a causa e a saída de tudo... Então vamos lá: FAÇA A SUA PARTE!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
estranha certeza
Feche os olhos, tape os ouvidos com a ponta dos dedos, depois, lentamente, abaixe o queixo até encostar de leve, bem de leve o seu peito; Aos poucos, desprenda o consciente do concreto, do sólido, e deixe o pensamento divagar por todas as lembranças positivas que conseguir alcançar. Voe até o gosto doce que a sua infância teve, as brincadeiras de rua, as primeiras emoções e sentimentos.
Procure os seus caminhos, tente olhar o mundo de fora, observe as expressões e a liberdade que você tem de mudar de ídeia, de buscar o novo e a liberdade que as tentações lhe proporciona. Porque tudo isso muda a sua vida a partir do ponto que você descobre que não existe limitações quando você é honesto com os seus sentimentos, e que isso vai lhe dar uma sensação de dever cumprido e uma estranha certeza de que tudo vale a pena.
Uma boa recordação é aquela sensação de liberdade que o vento no peito lhe transmite em todas às vezes que você coloca uma parte do seu corpo pra fora do carro em movimento e grita um misto de riso com sentimentos presos na garganta; Você mal acaba o grito e já solta aquela gargalhada gostosa como se algo em sua alma tivesse perdido peso, não sabe o que é, mas algo em você acabara de ficar mais leve;
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010
encontre-se!
Seu querer,
seu desejo,
sua realização,
sua paz e plenitude:
cadê?
Em alguém, algum lugar?
Olhe para si,
encontre-se e ausculte-se,
consulte a sabedoria do coração.
Trate-se com carinho,
sem projetar expectativas no que está por aí.
Não há o que buscar quando não se sabe o quê é...
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
decepção
Decepção; Palavra tão forte e sentimento mais ainda. Conhecemos aquilo que alguém nos mostra com todas as edições possíveis. Apara-se brechas. Enfeita-se comentários. Mesmo o mais impulsivo dos homens não é ele em sua plenitude ao se mostrar. Muitas vezes, o desejo em ser aceito é tão grande, que até a raiva é disfarçada. Ou o desprezo. Ou a admiração. Ou o amor. Então o tal temido sentimento chega, de maneira rápida ou demorada, quebrando qualquer tentativa de maiores expectativas. Culpa de quem esperou demais por algo que não veio? É bem comum que aquele que decepciona continue o mesmo. Se mostra demais com palavras e alguns gestos discretos mas, a ação não chega, a mudança não chega, e vemos uma outra pessoa mais pra frente. Alguém bem diferente. Apesar de acontecer de a pessoa ser mesmo quem ela é e o outro fantasiar uma possível mudança. Esse caso é o pior de todos. Alguém nu e cru, com sinais indicativos de que é aquilo mesmo, e o outro ainda tem a esperança de transformar. A decepção, nesse caso, é mais certeira. A fantasia é bem perigosa. Pior ainda quando outras pessoas que convivem com o autor da decepção indicam àquele, cheio de ilusões, que o que está sendo mostrado é aquilo mesmo. A ilusão de algo disfarçado decepciona menos e não é culpa de quem observa e acredita. Se o ser humano passar a não acreditar mais no outro, os relacionamentos não evoluem. É preciso ter um mínimo de crença na mudança, mas sempre com a leveza de que as ideias mudam com muita velocidade. O difícil é se apegar em algo diante dos fatos contrários ao que se tinha em estima elevada. Um pensamento que tenha importância para alguém hoje, pode não ser mais tão importante alguns anos depois. A maldade da invenção é que é danosa. O problema não está nos acontecimentos, mas sim nas pessoas. É o chamado "puxada de tapete" ou "apunhalada pelas costas". Bem dolorido e difícil de curar...
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
a profundidade das experiências cotidianas...
Se eu tivesse
um mundo só meu,
ele seria feito só de absurdos.
Nada seria o que é,
pois tudo seria o que não é.
E ao contrário,
o que é,
não seria.
E o que não seria, seria.
Não é?
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