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sexta-feira, 6 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
andei pensando
.
e cheguei a conclusão de que o problema possa estar na substituição.
ando achando que trocar um por outro pode não ser a saída correta, acho que talvez seja o tempo faltante que anda fazendo diferença.
então, desta vez, não substituirei, deixarei um buraco vazio pelo tempo necessário pra que a vida siga seu rumo normalmente, sem me preocupar com o vazio.
mas acredite, não é fácil se acostumar com o monocromático no lugar do excesso de cores...
está na hora de mudar, ver as coisas de outros ângulos, criar novos sonhos, tomar novas atitudes, olhar mais pra frente e deixar de lado o que passou, chega a hora de crescer, amaturecer, está na hora de sair da bolha, pois o mundo lá fora me chama, e eu acho que quero ir com ele .
.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
ou vai ou fica
Para que o mundo lhe conceda a graça de ser feliz. O caminho é este, tem pedra, tem sol, tem bandido, mocinho, tem você amando, tem você sozinho, é só escolher: ou vai ou fica .
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
mais uma vez...
a impressão que eu tenho é que, comigo, as situações são tão cíclicas e repetitivas que é muito provável que eu não tenha conseguido enxergar onde eu erro. esta é a única conclusão lógica que eu consigo chegar no momento, já que todas as minhas tentativas anteriores foram frustadas e a situação se repete quase sempre da mesma forma, alterando apenas alguns detalhes que não são significativos para o contexto. e é aí que eu repito mentalmente: "mais uma vez..."
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
é tudo uma questão de tempo
um dia eu disse que não desistiria NUNCA,
mas eu me esqueci que
NUNCA é muito tempo
e como diz a música
o 'pra sempre, sempre acaba...'
é tudo uma questão de tempo...
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sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
faz parte do pacote
...em parte é apenas isto: se você vai ser humano, tem um monte de coisas no pacote. Olhos, um coração, dias e vida. Mas são os momentos que iluminam tudo. O tempo que você não nota que está passando... É isso que faz o resto valer a pena.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
estranha certeza
Feche os olhos, tape os ouvidos com a ponta dos dedos, depois, lentamente, abaixe o queixo até encostar de leve, bem de leve o seu peito; Aos poucos, desprenda o consciente do concreto, do sólido, e deixe o pensamento divagar por todas as lembranças positivas que conseguir alcançar. Voe até o gosto doce que a sua infância teve, as brincadeiras de rua, as primeiras emoções e sentimentos.
Procure os seus caminhos, tente olhar o mundo de fora, observe as expressões e a liberdade que você tem de mudar de ídeia, de buscar o novo e a liberdade que as tentações lhe proporciona. Porque tudo isso muda a sua vida a partir do ponto que você descobre que não existe limitações quando você é honesto com os seus sentimentos, e que isso vai lhe dar uma sensação de dever cumprido e uma estranha certeza de que tudo vale a pena.
Uma boa recordação é aquela sensação de liberdade que o vento no peito lhe transmite em todas às vezes que você coloca uma parte do seu corpo pra fora do carro em movimento e grita um misto de riso com sentimentos presos na garganta; Você mal acaba o grito e já solta aquela gargalhada gostosa como se algo em sua alma tivesse perdido peso, não sabe o que é, mas algo em você acabara de ficar mais leve;
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
é só a vida seguindo seu rumo...
Sentado, da janela eu vejo três anjos, repousados sob o parapeito do prédio ao lado, onde minha visão alcança; O vento bate sobre suas asas, dando a impressão de movimento em suas penas; Eles observam atentamente o mundo que passa rápido abaixo deles e diante de nossos olhos; tranqüilos, eles velam em silêncio fitando-nos de longe. Um abre as asas, esticando-as, num leve e preciso movimento, apenas prudentemente, pois no instante seguinte, ele atira-se ao vento, batendo suas asas para cumprir sua tarefa, vai em busca do que se faz necessário; Os demais não se mexem, nem se quer se olham. Até porque, não é preciso, sua percepção, está além da nossa compreensão, e a comunicação não precisa se fazer com gestos e palavras, eles apenas sentem e transmitem... Dentro em breve, eles também voaram para o mundo e, depois deles virão outros e mais outros, é só a vida seguindo seu rumo... Mas de fato, sempre haverão milhares de encontros aleatórios e possibilidades remotas e improváveis que acontecerão ao longo do tempo.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
eu quero ir pra casa
Estou cansado de ser durão,
eu quero ir para casa.
Eu não quero mais brincar...
A brincadeira cansou,
O fôlego acabou e os olhos se fecham o tempo inteiro.
Por favor,
só me deixem ir pra casa.
Eu quero minha casa,
eu quero minha cama,
meus travesseiros,
meus lenços de papel,
minha cota de absurdo que guardo
dentro da segunda gaveta do criado mudo.
Algumas coisas me fazem mal o tempo todo
e alguns me machucam com seus olhares.
Sim. As vezes eu ligo sim!!!
Essas pessoas não vêem o quanto eu choro
mesmo quando eu choro na frente delas.
Eu quero ir para casa
porque eu não quero mais chorar o tempo todo
como eu faço nesse lugar que não é meu.
Esse lugar é tão grande que as paredes me esmagam
e meu coração fica pequeno como o coração de um passarinho.
O mundo é tão pequeno que eu não me acho...
Eu só não quero ter que dar exlicações!
Tudo é muito nítido e se você não pode ver,
que fique subentendido então...
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
inconstância;
Acho que todos nós, seja em um momento ou outro da vida, passamos por uma (ou mais de uma – simultâneas ou não!) fase em que todo e qualquer desejo passa a ter prazo de validade. Essa fase pode durar muito ou não, mas nem é essa a questão, é o fato de que ela incomoda. Ao menos está me incomodando agora.
Confesso que eu queria que as coisas fossem diferentes; talvez eu tenha desaprendido a ver a beleza de certas coisas - não, acho que não. Talvez eu tenha optado por uma cegueira momentânea, sem perceber (com o passar do tempo) a gente acaba vendo as coisas sob a nossa ótica, e por mais que às vezes a gente insista em fazer diferente pra tentar dar um novo rumo pra vida, sempre vem uma onde de realidade pra nos mostrar que as coisas não dependem da nossa vontade, e que, definitivamente, é complicado! Mas tudo isso, já faz parte daquele amontoado de idéias que desisti de colocar em prática por achar que são devaneios; A pergunta é: será que eu sou mesmo esse ser inconstante ou apenas estou?
Enfim... acho que já sei a resposta, porque daqui a dois minutos ela não terá mais a menor importância mesmo... Mas preste atenção... (!!!) Há tanto o que dizer, mas nesta minha ânsia de tudo falar, eu me perco. Perco-me em mim mesmo. Digo o que sinto da forma que aprendi comigo mesmo, mas escondo algumas coisas com todas as minhas forças. Entendam-se ou não... O que posso fazer?
Quero muito que entendam e que assim possam me ajudar a entender também! Parece mentira, eu sei, mas daqui da janela, eu vejo um mundo diferente... Mas por mais que eu demonstre tudo o que sinto, passa despercebido tudo aquilo que eu finjo sentir... Há sempre algo que deve ficar em silêncio, e fica...
Será que eu consigo me calar o suficiente? Eu sei que falo demais e que até me esqueço, em meio a conversa, do que quero dizer e fica tão fácil desvendar as coisas; Eu realmente me perco na minha embriaguez de sentidos.
Assim, há dias em que as palavras caem; e cada palavra, dou forma em letras, outras no pensamento se entortam, e assim vivo nesse ato constante de esvaziar-me e encher-me a cada instante... Canalizando os sentimentos. Assim está sendo esse texto... Cheio de palavras que saltam da minha mente e do meu peito para a tela em branco: e vamos caminhando... Alias, eu ainda me pergunto o por quê de determinadas coisas, mas é tudo em vão...
Confesso que eu queria que as coisas fossem diferentes; talvez eu tenha desaprendido a ver a beleza de certas coisas - não, acho que não. Talvez eu tenha optado por uma cegueira momentânea, sem perceber (com o passar do tempo) a gente acaba vendo as coisas sob a nossa ótica, e por mais que às vezes a gente insista em fazer diferente pra tentar dar um novo rumo pra vida, sempre vem uma onde de realidade pra nos mostrar que as coisas não dependem da nossa vontade, e que, definitivamente, é complicado! Mas tudo isso, já faz parte daquele amontoado de idéias que desisti de colocar em prática por achar que são devaneios; A pergunta é: será que eu sou mesmo esse ser inconstante ou apenas estou?
Enfim... acho que já sei a resposta, porque daqui a dois minutos ela não terá mais a menor importância mesmo... Mas preste atenção... (!!!) Há tanto o que dizer, mas nesta minha ânsia de tudo falar, eu me perco. Perco-me em mim mesmo. Digo o que sinto da forma que aprendi comigo mesmo, mas escondo algumas coisas com todas as minhas forças. Entendam-se ou não... O que posso fazer?
Quero muito que entendam e que assim possam me ajudar a entender também! Parece mentira, eu sei, mas daqui da janela, eu vejo um mundo diferente... Mas por mais que eu demonstre tudo o que sinto, passa despercebido tudo aquilo que eu finjo sentir... Há sempre algo que deve ficar em silêncio, e fica...
Será que eu consigo me calar o suficiente? Eu sei que falo demais e que até me esqueço, em meio a conversa, do que quero dizer e fica tão fácil desvendar as coisas; Eu realmente me perco na minha embriaguez de sentidos.
Assim, há dias em que as palavras caem; e cada palavra, dou forma em letras, outras no pensamento se entortam, e assim vivo nesse ato constante de esvaziar-me e encher-me a cada instante... Canalizando os sentimentos. Assim está sendo esse texto... Cheio de palavras que saltam da minha mente e do meu peito para a tela em branco: e vamos caminhando... Alias, eu ainda me pergunto o por quê de determinadas coisas, mas é tudo em vão...
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quarta-feira, 13 de outubro de 2010
(com)FUSÃO
Difícil simetria;
Perder, por não querer perder algo que te pertence não te pertencendo. Talvez esse seja o maior medo no momento.
Confuso? Acho que eu já me posicionei sobre isso, não?
É uma redundância absurda que, sendo assim, causa um rodeio interminável e inevitável. Mas justamente por isso vem à tona essa falta de ar e ânsia de existir, que me aperta o peito...
E por falar em sensação, outro dia li uma coisa cabe no que eu to querendo descrever, era sobre o que um leão sente ao ver um bando de zebras correm para todos os lados, e ele ali parado, tendo que decidir o que fazer em milésimos de segundos.
Alias, atualmente, tenho me questionado muito sobre o comportamento “animal” em relação ao “humano”, mas acho que isso será tema de uma outra história.
Enfim, você se pergunta se é isso. Se é realmente isso e ainda assim, independente de qualquer que seja a tua resposta, lhe vem um mais perguntas à cabeça para toda e qualquer questão - antes mesmo de saber o que ela significa exatamente.
É um inebriado, divertido e pavoroso, mas por vezes inócuo sentir.
É uma turbulência de palavras vão e que não tem pausa, nem pra puxar o ar que não infla os pulmões, nem pra criarem pra si algum sentido. Palavras que só preenchem linhas e pensamentos tortos, e que por vezes preenchem apenas o vasto imaginário do meu ser, num enlouquecido emaranhado de pensamento que desnorteiam os demais sentidos pela velocidade;
A verdade é que não sabe se está jogando o jogo, ou se é o jogo que está jogando com a gente...
Perder, por não querer perder algo que te pertence não te pertencendo. Talvez esse seja o maior medo no momento.
Confuso? Acho que eu já me posicionei sobre isso, não?
É uma redundância absurda que, sendo assim, causa um rodeio interminável e inevitável. Mas justamente por isso vem à tona essa falta de ar e ânsia de existir, que me aperta o peito...
E por falar em sensação, outro dia li uma coisa cabe no que eu to querendo descrever, era sobre o que um leão sente ao ver um bando de zebras correm para todos os lados, e ele ali parado, tendo que decidir o que fazer em milésimos de segundos.
Alias, atualmente, tenho me questionado muito sobre o comportamento “animal” em relação ao “humano”, mas acho que isso será tema de uma outra história.
Enfim, você se pergunta se é isso. Se é realmente isso e ainda assim, independente de qualquer que seja a tua resposta, lhe vem um mais perguntas à cabeça para toda e qualquer questão - antes mesmo de saber o que ela significa exatamente.
É um inebriado, divertido e pavoroso, mas por vezes inócuo sentir.
É uma turbulência de palavras vão e que não tem pausa, nem pra puxar o ar que não infla os pulmões, nem pra criarem pra si algum sentido. Palavras que só preenchem linhas e pensamentos tortos, e que por vezes preenchem apenas o vasto imaginário do meu ser, num enlouquecido emaranhado de pensamento que desnorteiam os demais sentidos pela velocidade;
A verdade é que não sabe se está jogando o jogo, ou se é o jogo que está jogando com a gente...
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
lixei.RA
Não se incomode por tão pouco.
Não é pouco?
No calor da hora,
as dimensões das coisas se distorcem,
se dilatam...
Há mensagens que não valem a pena abrir,
que têm vírus letais que só fazem bagunçar sua vida.
Melhor deletar.
Aproveite
e elimine arquivos antigos que estão lá na lixeira.
Sabe como é,
pra não haver riscos de se restaurarem...
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
decepção
Decepção; Palavra tão forte e sentimento mais ainda. Conhecemos aquilo que alguém nos mostra com todas as edições possíveis. Apara-se brechas. Enfeita-se comentários. Mesmo o mais impulsivo dos homens não é ele em sua plenitude ao se mostrar. Muitas vezes, o desejo em ser aceito é tão grande, que até a raiva é disfarçada. Ou o desprezo. Ou a admiração. Ou o amor. Então o tal temido sentimento chega, de maneira rápida ou demorada, quebrando qualquer tentativa de maiores expectativas. Culpa de quem esperou demais por algo que não veio? É bem comum que aquele que decepciona continue o mesmo. Se mostra demais com palavras e alguns gestos discretos mas, a ação não chega, a mudança não chega, e vemos uma outra pessoa mais pra frente. Alguém bem diferente. Apesar de acontecer de a pessoa ser mesmo quem ela é e o outro fantasiar uma possível mudança. Esse caso é o pior de todos. Alguém nu e cru, com sinais indicativos de que é aquilo mesmo, e o outro ainda tem a esperança de transformar. A decepção, nesse caso, é mais certeira. A fantasia é bem perigosa. Pior ainda quando outras pessoas que convivem com o autor da decepção indicam àquele, cheio de ilusões, que o que está sendo mostrado é aquilo mesmo. A ilusão de algo disfarçado decepciona menos e não é culpa de quem observa e acredita. Se o ser humano passar a não acreditar mais no outro, os relacionamentos não evoluem. É preciso ter um mínimo de crença na mudança, mas sempre com a leveza de que as ideias mudam com muita velocidade. O difícil é se apegar em algo diante dos fatos contrários ao que se tinha em estima elevada. Um pensamento que tenha importância para alguém hoje, pode não ser mais tão importante alguns anos depois. A maldade da invenção é que é danosa. O problema não está nos acontecimentos, mas sim nas pessoas. É o chamado "puxada de tapete" ou "apunhalada pelas costas". Bem dolorido e difícil de curar...
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
tal.vez
É!
Talvez eu precise me acalmar;
talvez eu precise sumir;
talvez eu precise sonhar;
talvez eu precise acordar;
talvez eu precise zerar tudo e recomeçar;
talvez eu precise ter uma meta;
ou talvez eu precise rasgar as regras;
talvez esse seja o "X" da questão!
talvez o erro seja as perguntas;
talvez eu seja o erro;
talvez o erro não exista;
talvez nada exista;
como talvez possa ser pior;
ou melhor...
É, talvez!
(...)
Sumir resolve?
Gritar resolve?
Correr resolve?
O que resolve?
O que?
Resolve?
Pois é...
[x + (Incógnita)² = y ]³
talvez hão haja respostas;
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
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