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domingo, 15 de abril de 2012

toc toc



é a última que morre né?



sábado, 14 de abril de 2012

conflitante





Qual é o tamanho da ilusão em que você vive? Será que você consegue ter o discernimento para enxergar até onde vai a fantasia que você cria diariamente para sobreviver (ou se ocultar) e saber onde começa a realidade?!? 

É uma simples constatação, mas que algumas pessoas insistem em não enxergar...


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

razão e emoção





Talvez isso tudo não seja nada alem da minha intuição me dizendo que as coisas são diferentes daquilo que eu tenho mentalmente estabelecido. Mas é certo que eu penso bem diferente do que o mundo vem colocando como parâmetro entre certo e errado.
Ou eu posso ter razão e o caminho tem passado por muitas estradas tortas e sem sentido com bifurcações inesperadas e totalmente sem sinalização indicativa. Por isso tanta gente perdida, não que isso seja uma justificativa plausível, afinal, não existe caminho ou modo certo de se fazer as coisas. Existe sim, o seu modo, o meu modo que leva ou não a um destino certo.
Acredito sim que existem valores deturpados e que a grande maioria das pessoas não conseguem enxergar o outro como um igual. Prendem-se somente às suas necessidades.
Por isso não devemos esquecer que o nosso destino é sim feito pelos nossos passos. São sim, conseqüências de nossos atos e escolhas (incluindo neste tópico a omissão pois não deixa de ser uma escolha). Podemos ser influenciados pelo meio, mas nunca podemos atribuir a outrem a culpa de nossas escolhas, já que estas dependem única e exclusivamente da manifestação de nossas vontades: aceitando, lutando, insistindo e até mesmo desistindo.
O moralmente aceitável hoje em dia, não quer dizer que é o caminho certo a se seguir. Os tempos mudaram mas a mente humana ainda mantém-se presa às suas convicções, ou pelo menos deveria.
Às vezes mais vale desistir do que insistir, sim eu também me questiono sobre essa possibilidade. Esquecer, ignorar ao invés de ficar dando murro em ponta de faca. Deixar as dúvidas consumirem os pensamentos.
Mude o que for preciso, mas não aquilo que não tem solução. Não insista em algo que está fadado ao fracasso. Não olhe pra trás questionando as atitudes tomadas, elas são conseqüências das escolhas momentâneas, e de tal forma, cumpriram sua parte no tempo.
Entender as razões daquele que fala é tão difícil quanto daquele que silencia. Entender e aceitar que as coisas são como são. Não julgar o que não se entende, não se precipitar. Não sofrer por antecipação. Lidar apenas com o imediato, sem rodeios e sem dramaticidades.
Não sei se devo quebrar o silêncio de fora ou se devo calar como quem se silencia...






sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

é o que você tem feito?












"O principal é não mentir para si mesmo. Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à própria mentira chega a um ponto em que não distingue nenhuma verdade nem em si, nem nos outros e, portanto, passa a desrespeitar a si mesmo e aos demais. Sem respeitar ninguém, deixa de amar e, sem ter amor, para se ocupar e se distrair entrega-se a paixões e prazeres grosseiros e acaba na total bestialidade em seus vícios, e tudo isso movido pela contínua mentira para os outros e para si mesmo."




in DOSTOIÉVSKI, Fiodór M. in Os Irmãos Karamázov Página 72, Tradução Paulo Bezerra, Ed. 34






sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

deixando...






Talvez eu esteja vendo as coisas com outros olhos. Talvez seja apenas mais uma das minhas sandices. Talvez seja loucura. Talvez seja um monte de coisas. Como também pode ser que não seja.
Mas, de toda forma, uma coisa é certa: algo está diferente. Tenho encontrado outras formas de ver algumas coisas que eu via apenas de uma forma e percebi que nem tudo era da forma que eu imaginava ou queria: fato!
Tenho, constantemente, me deparado com pensamentos revoltos, absortos de mim, leves e com vontade própria. Tenho sentido falta, mas acho que tenho um pouco de medo de sentir. Tenho, ainda, muito medo da constatação.
Acho que é muita confusão, muitos acontecimentos, muito sentimento pra muito pouca capacidade de absorção...
Talvez o lance de querer apenas PAZ seja mais correto do que eu poderia supor. Talvez a simplicidade do estado de tranqüilidade proporcione bem mais do que a gente imagine.
[...]
Continuemos com as divagações sobre o comportamento humano, suas excentricidades, inconstâncias, medos, dúvidas e acima de tudo, os meus próprios.
E aí, neste exato ponto/momento vem a música: “Saber amar... saber deixar alguém te amar...”
Será que é este o ponto-chave da questão? Será que a gente sabe? Será que eu sei? Será que eu deixo? Será?


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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

é muito QUASE








Estes últimos dias 
tenho me questionado um pouco mais 
sobre o por quê das coisas. 

Sério, 
não é nem mais crises existenciais, 
mas a coisa anda ficando muito 'tensa'!

A questão já transcendeu simples questionamentos... 

Mais do que eu gostaria;





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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Por que deixamos de acreditar em um final feliz?




Essa questão é bem complicada, 
porque cada um tem uma tese em relação a isso, 
mas afinal 
o que acontece quando deixamos de acreditar 
que existe final feliz?


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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

momentâneo










As indefinições da vida são a própria essência dela. Algumas situações que ansiamos para serem logo resolvidas geralmente não se definem no tempo em que queremos. Parece o destino falando assim: olha, não adianta tentar controlar as coisas, eu decido quando tudo deve acontecer, faça apenas a sua parte e deixe o resto comigo!

Para mim, o grande segredo é confiar que o que está por vim é o que deve ser no momento.

Isso ocorre pela existência de circunstâncias e situações de vida diferentes e de outras pessoas envolvidas, com suas particularidades. É importante pensar que um caminho não se faz apenas por um querer individual. Existem outros fatores envolvidos, desenrolados sob vários ângulos e olhares diversos e que fazem parte da vida de cada indivíduo.

Acredito que sim, somos responsáveis pela materialização dos nossos sonhos e desejos, mas acho também que existe um limite para tudo isso. Algumas coisas que pensávamos serem importantes acontecerem no momento, muitas vezes não se concretizam como uma forma de abrir espaço para o que seria de fato importante.

O engraçado é que isso não é percebido tão rapidamente. Só depois que outros fatores vêm à tona e, consequentemente, o aprendizado por trás de cada um, é que vemos o quanto o apego a um desejo passado estava errado.

Acredito que isso se deve ao apego ao falso eu, que mascara uma verdadeira percepção consciente daquilo que de fato acrescentaria para melhor. Ao querer que determinada coisa aconteça, muitas vezes desejamos isso sem analisar se seria realmente fundamental às nossas vidas. Muitas vezes, é apenas um desejo momentâneo, por carência, medo ou influência de outra pessoa. E quando esse desejo mascarado não é realizado, ficamos tristes, achando que a vida é injusta. Na verdade, lá no fundo, aquele desejo não era verdadeiramente nosso e poderíamos até o ter pedido de se concretizar inconscientemente, sem querer.

O importante é sempre desejar e fazer a nossa parte, focando no que de fato seja importante e nos acrescente. E isso só acontece se nos conhecermos de fato para acertar bem no alvo. Sem criticas ou julgamentos sobre os acontecimentos que "atrapalharam" a nossa jornada em determinado momento. O bom é aceitá-los e, se for o caso, mudar de foco ou adaptá-los à realidade atual. Com isso, aceita-se a vida como ela tem que ser.








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domingo, 16 de outubro de 2011

retórica;







às vezes,
eu me questiono
se fiz as escolhas certas...




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sábado, 10 de setembro de 2011

why?





uma imensa vontade de ficar flutuando sob a água, com a maior parte do corpo submerso, mas totalmente imerso em meus pensamentos...

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

precário e desistível




Prometi a mim mesmo te esquecer e parar de torturar meu humor - hoje mesmo que incompleto, estou de volta, mesmo que seja diferente e muito próximo da decepção. Ao menos percebi que você era apenas um espasmo da minha imaginação. Não mais.
No fundo eu me sinto um tanto quanto muito idiota, mas pra que sofrer pelo único motivo que não me faz seguir em frente?


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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

e o encanto?

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Diálogos aleatórios, a princípio:




//

- Você leu meu email?
- Li.
- Não vai responder?
- Não.
- Huuum.

//

- Você recebeu minha mensagem?
- Sim.
- Por que não respondeu?
- Não quis.
- Huuum.

//

- Te liguei ontem a tarde. E anteontem a noite também...
- Eu vi.
- Por que não atendeu?
- Não estava perto do telefone em nenhuma das vezes.
- Huuum.

//





Justificativa interna:

Não, eu não quis atender o telefone em nenhuma das vezes que você me ligou na última semana e nem vou dar a desculpa de que estava longe do telefone porque, definitivamente, EU NÃO ESTAVA, eu simplesmente não quis atender mesmo. 
Sim, eu sei que pode ser chocante pra você ouvir isso, mas é a verdade e eu não quero meias palavras agora, não mais. 

Cansei de poupar o mundo maquiando a verdade, omitindo os fatos de todos nós. 

Me dói, mas dói imensamente essa jogo de palavras de ambos os lados. 

Você e suas dúvidas, eu e meus dilemas, que se unem numa imensa incompreensão...



∞


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

eis a questão que atormenta:






insistir ou desistir? 











adendo:
"…porque o silêncio e a imobilidade foram dois dos jeitos menos dolorosos que encontrei, naquele tempo, para ocupar meus dias".
(Caio F.)




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domingo, 19 de junho de 2011

procrastinando





A verdade, aquela escondida no ponto mais fechado da alma é que todos nós temos pontos que temos dificuldade pra lidar. É certo que na grande maioria das vezes ficamos protelando essas situações controversas, mas como gosto de ressaltar sempre, uma hora teremos de enfrentá-las porque ignorar não faz com que desapareçam. A palavra apropriada para essa ação é procrastinar. E eu confesso que tenho tido uma grande dificuldade em digerir alguns sentimentos que começaram com uma grande ilusão e que foram tomando forma e vida com a minha imaginação. Tenho consciência que parte da problemática foi causada por essa minha capacidade imaginativa que parece não ter fim, mas felizmente essa culpa eu não carrego sozinho, tive colaboração neste sentido. Essa auto-enganação tem me cansado um pouco. Acredito que estou no caminho para dar um basta nessa situação e ao que tudo indica escrever talvez seja necessário para o processo. Talvez, no percurso ocorra uma substituição por uma conversa franca e demorada, mas escrever pra traçar um parâmetro será de grande valia. Ok, então esse ‘desabafo’ é só um registro desse sentimento que me sufoca e que, por enquanto, é tão incontrolável que eu não sei responder quem é que controla quem, se sou eu que domino o sentimento, ou o mais provável, o sentimento que me controla. Esse conflito interminável faz parte da essência e por isso integra toda estrutura do ser. O ponto chave não está nas respostas óbvias, mas sem em encontrar o equilíbrio entre essa situações e aprender que essa é a saída.


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segunda-feira, 6 de junho de 2011

O conflito aqui poderia ser traduzido da seguinte forma:




O que você quer neste momento, 
no fundo de sua alma, 
tem a ver com o que as pessoas a sua volta 
(queridas) 
também querem?





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terça-feira, 19 de abril de 2011

o barulho que o silêncio faz


Eu tenho escutado muito a expressão "ouvir o silêncio do outro" e preciso confessar que isso tem me deixado bastante apreensivo pelas últimas experiências que tem me ocorrido.
A verdade é que quando alguém quer, quando alguém sente falta, quando a pessoa se importa, ela liga, nem que seja pra brigar, ou até mesmo para ficar em silêncio. 
O grande problema é que a intensidade e a maneira de se interpretar o silêncio não é a mesma entre as partes envolvidas e isso pode causar um certo desconforto. Somos tão iguais que não percebemos o quanto porém temos atitudes,  formas de agir e pensar diferentes que dificultam a comunicação que poderia ser tão mais simples.


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quarta-feira, 6 de abril de 2011

fingindo




     Fingir que eu não sei, 
     não é o mesmo que não saber
     Fingir que não me importo, 

     significa que eu me importo muito
     Fingindo tanto 

     significa que eu posso virar um grande ator.


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sexta-feira, 25 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

então,

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sabe aquela minha coleção de decepções?





Pois é, 
você passou a fazer parte dela!

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