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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

o (possível) último 2011



Acho que oficialmente eu posso dar meu ano como encerrado, foi um ano mais que difícil, mega complicado e extremamente pesado e denso. Agora, mais uma vez, acho que a única coisa que ando desejando pra mim nesse próximo ano que já bate à porta é PAZ, desejo um estado de tranquilidade emocional para que meu físico dê conta do recado. 
Eu até ouvi alguns comentários a respeito de que anos conturbados são sucedidos de anos frutíferos em todas as áreas, quase como o tempo em que você colhe tudo aquilo que ficou semeando durante as épocas de escassez. Confesso que isso me deixa bastante otimista pra encarar tudo o que virá.
Hoje terminei de ler "A vergonha dos pés" da fodástica Fernanda Young e sinceramente, não me recordo de nenhum outro livro que tenha enrolado tanto pra ler como esse, e sem nenhum motivo aparente, simplesmente procrastinei enquanto pude.




Não que eu tenha vergonha dos meus pés, porque acho que não tenho, até gosto deles. Alias, essa nem é a temática do livro que só explica seu texto literalmente em suas últimas páginas.

E alguns pontos caem como uma luva no caso concreto, ou melhor, uma meia serve melhor:


"Um mal-entendido puxa outro que puxa outro. E duas pessoas acabam sofrendo. Duas pessoas que se amam e sofrem por nada."



"Transportada num difícil percurso entre estímulo e desencanto."






Enfim...

É o fim do ano, encerramento de um ciclo que o mundo vive, que as pessoas estão sujeitas e que quase todo mundo espera que venha nos trazer boas novas como num passe de mágica. Então, vamos seguir sem muitas pretensões, vamos APENAS fazer a nossa parte pro ANO NOVO ser melhor, vamos, cada um, fazer o que estiver ao nosso alcance para sermos melhores... 



Até 2012! ou não...






quinta-feira, 5 de maio de 2011

como nos contos de fadas

Frequentemente eu abro meu baú de memórias a procura de fatos e acontecimentos esquecidos e muitas vezes me deparo com momentos bons que na correria em que vivemos acabamos deixando pra trás. Hoje, na sessão nostalgia do dia dei uma passada por cartas antigas e achei textos de pessoas queridas. 
Eu já recebi poemas feitos especialmente pra mim, recebi também textos e poemas cujo o leitor se identificou muito e achou que era especial ao ponto de parecer com as nossas vidas, já recebi desabafos, críticas e um porção de outras coisas que nos impulsiona porque não podemos ficar inertes à este explosão de sensações, sejam positivas ou negativas. As nossas lembranças são extra-sensoriais e, muitas vezes, inexplicáveis.
Não sei, mas acho que é a proximidade do nosso aniversário que faz com que a gente fique mais sensibilizado a determinadas coisas. Por isso, resolvi  dividir as palavras que encontrei no meu baú, mostrando a vida por um outro ponto de vista que não o meu.
Assim, vou transcrever, na íntegra, o texto que eu recebi (da Xuxuby's ou Juliana M.P.O) e já emocionou (como também fez chorar) algumas pessoas hoje:




//~//
Bom, eu sei que todo mundo aqui, já jogou videogame pelo menos uma vez na vida, e sabe que sempre tem uma fase ou outra que é super difícil, mas na maioria das vezes, quando você passa esse tipo de fase, vem aquela de bônus, que você só sai pegando as argolinhas e não tem monstro nenhum pra tentar te comer.

E pensando bem, com a gente também é assim. É como se a nossa vida, fosse um jogo de videogame. Você passa por um monte de coisa ruim, e um monte de gente que parece tentar te destruir, mas ai quando você consegue vencer até o poderoso chefão do final da fase, você vai pro paraíso e passa só por coisas boas.

E isso é um ciclo; hora fase ruim, hora fase boa.
E você não pode esquecer, que não importa, quão ruim seja a fase que você tá passando, quando acabar, vai vir alguma coisa muito boa pra você.
É assim mesmo.
//~//
E ai, hoje eu queria te prometer algumas coisas que eu nunca prometi.

E com a mais completa consciência de que só deve se prometer o que se pode cumprir.

Eu; eu prometo que tudo vai se resolver.
E que a fase das argolinhas ta mais perto do que você imagina.
E prometo mais; prometo (dessa vez, não só por mim) que você nunca vai ficar sozinho.
//~//


Não é simplesmente fantástico?
Tudo vai se resolver e eu NUNCA vou ficar sozinho... 
Porque eu acredito em promessas, 
principalmente porque elas tem que ser cumpridas! 





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