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domingo, 9 de janeiro de 2011

ponto final - parte 2







[...] eu tinha, alias, tenho um monte de coisas pra te falar, e acredito que muitas delas eu  já acabei falando nestes últimos tempos, bem como deixei milhões delas espalhadas pelo caminho, perdidas, subentendidas à espera de solução.

Eu já comecei e parei várias de escrever tudo isso, da mesma forma que eu já tenho tudo que eu quero te falar mentalmente rascunhado há tempos... 
Entretanto, não sei se consigo falar tudo o que eu quero (e eu já tentei algumas vezes), não sei se você quer escutar, não sei de nada. Como você deve ter percebido, o que eu menos tenho atualmente é certezas, por isso estou fazendo o que acho certo.
Então, pra tornar as coisas mais fáceis, pelo menos pra expor, estabeleci um organograma de como começar essa história. E a você dou a opção de não querer ler, assim, este é o momento oportuno para fechar este arquivo e esquecê-lo de vez, ou em algum canto, deletá-lo, etc.
Caso não seja essa a sua escolha, a qualquer tempo você pode mudar de idéia e desistir. Entretanto, duvido que isso seja possível, é quase como um caminho sem volta... ou não se entra nele, ou se vai até o fim.

[o conteúdo das outras 10 laudas foram estrategicamente suprimidos a partir deste ponto...]


ponto final - parte 1



Comigo não existe um meio termo, não sei ser pela metade, ou se tem tudo de mim, ou não se terá nada. É claro que esta não é uma posição definitiva, afinal, tudo nesta vida é transitório e não sabemos que rumo nossas vidas vão tomar no instante seguinte. Entretanto, por ora, e ao meu ver, é o melhor caminho a seguir.