sábado, 12 de novembro de 2011

faz parte do processo então?





Cada um tem seus processos, você precisa entender os seus. De repente, isso que parece ser uma dificuldade enorme pode estar sendo simplesmente o processo de gestação do sub ou do inconsciente.


[Caio F.]


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tati Bernardi

Me identifico tanto...



"Você sabe 
que deixa apenas 
duas escolhas pras pessoas: 
te idolatrar ou sair correndo."

.

E pra fechar a mala?




Toda vez que vamos viajar, é sempre a mesma coisa… parece que as roupas insistem em não caber na mala; Ter que resumir você e suas coisas em um recipiente retangular de no máximo 23kg é uma tarefa árdua e parece que pra mim é ainda mais penosa. O agravante nisso tudo é que os sentimentos ficam confusos e a flor da pele. Dá frio na barriga, dor na cabeça e isso, sem contar aquela sensação de que está ficando algo pra trás. E realmente está, mas é algo que devemos deixar de lado; Basta focar no futuro e deixar-se levar. Daqui pra frente é sossego e deixar tudo fluir...


Volto logo

;)

domingo, 30 de outubro de 2011

descrença





Esses dias acho que tenho tido uma boa dose de realidade na minha vida, tenho entendido o funcionamento desse mecanismo um tanto quanto muito estranho que o ser humano impõe a sua rotina e por conseqüência à todos aqueles que estão a sua volta.
Tenho descoberto que faces das pessoas que acho que até então poderiam estar meio maquiadas pela minha nebulosa percepção que sempre quer o melhor nas pessoas próximas. Mas de fato, nem sempre isso é possível.
Tenho notado um leve toque de mesquinhez, e mais, uma parte de masoquismo em relação aos sentimentos alheios. Esse prazer em fazer comentários inoportunos e que, são cientes de que não tem outra finalidade a não ser a dor alheia.
É estranho esse prazer que as pessoas tem, ou se esforçam pra ter e demonstrar em magoar as pessoas. Sério, na maioria das vezes, eu sou ou poderia ser, o maior defensor da inexistência dessas características nos seres humanos. Defendo o preceito da inocência dada pelo direito até o fim, mas definitivamente, em certos casos isso não vem sendo possível.
Tenho tentado fazer a minha crença nas pessoas não escorrer pelos meus dedos, porém me questiono que se essas pessoas, até então maiores interessados nesse quesito não tem nenhum tipo de esforços para fazer com que este preceito se perpetue, por que eu, simples narrador interlocutor deveria me empenhar para convencê-las do contrário?
Sinceramente, como já disse, não ando vendo motivos, e por tal razão ando acreditando que estou me empenhando em causas perdidas.
Aquele ditado que acho muito válido e ouvi recentemente, de novo, em uma conversa, de que enquanto brigo, discuto, me desgasto, etc., é porque sinto algo e assim acho que vale a pena é real, porque assim que começo a me desapontar com as circunstâncias, vou me entregando e acabo por achar que não vale a pena, desacreditar.
E neste momento é que as coisas começam a mudar de valor, começo a entender que tenho que ser diferente e acabo deixando de lado a luta desnecessária e esse é o primeiro passo de uma caminhada muito curta que leva diretamente a indiferença.
E aí, neste fase não há mais o que se fazer, ao atingir esse estágio faz-se o que bem quiser, sem que eu mude uma vírgula do meu raciocínio ou desloque um músculo da minha expressão. Pra mim, passa a ser cada um por si, tanto faz, como tanto fez...



.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

senhores de nós mesmos



"Monstros são criados por outros monstros."  

(Desperate Housewives)








Assim, cada um é sabedor daquilo que realmente é, podendo ou não deixar-se influenciar pelo ambiente externo; Mas lá no fundo, a essência de cada um só pertence a si mesmo...






.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Tati Bernardi pergunta


"Coca-cola 
também desentope 
o que tá entalado na garganta?"





E eu respondo: 

- NÃO!

E respondo com propriedade de quem toma muita Coca-cola, e também, de quem tem muita coisa entalada na garganta. Assim sendo, se  desentupisse eu seria uma das pessoas mais livres do mundo, o que de fato, não sou.



.




domingo, 23 de outubro de 2011

blá blá blá





Diz-se, inclusive, que após dez minutos de conversa, é provável que o foco do assunto seja perdido, e aí as pessoas passam a discutir milhões de outras coisas, liberando traumas e coisas que não têm nada a ver com a situação inicial. E isso, agora, me é tão nítido, que se o fora anteriormente, talvez tivesse evitado muito mais desgastes desnecessários.



.

sábado, 22 de outubro de 2011

e o futuro?





Nunca é fácil continuar seguindo em frente, mas é preciso continuar vivendo. E eu continuo, todo mundo sempre continua, por mais que ache que não vá conseguir, a gente sempre consegue. E nessas horas me aguça ainda mais aquela curiosidade imensa por tudo que vai me acontecer, pelas pessoas que vou conhecer, por tudo que vou dizer e fazer e ainda não sei o que será…

.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

momentâneo










As indefinições da vida são a própria essência dela. Algumas situações que ansiamos para serem logo resolvidas geralmente não se definem no tempo em que queremos. Parece o destino falando assim: olha, não adianta tentar controlar as coisas, eu decido quando tudo deve acontecer, faça apenas a sua parte e deixe o resto comigo!

Para mim, o grande segredo é confiar que o que está por vim é o que deve ser no momento.

Isso ocorre pela existência de circunstâncias e situações de vida diferentes e de outras pessoas envolvidas, com suas particularidades. É importante pensar que um caminho não se faz apenas por um querer individual. Existem outros fatores envolvidos, desenrolados sob vários ângulos e olhares diversos e que fazem parte da vida de cada indivíduo.

Acredito que sim, somos responsáveis pela materialização dos nossos sonhos e desejos, mas acho também que existe um limite para tudo isso. Algumas coisas que pensávamos serem importantes acontecerem no momento, muitas vezes não se concretizam como uma forma de abrir espaço para o que seria de fato importante.

O engraçado é que isso não é percebido tão rapidamente. Só depois que outros fatores vêm à tona e, consequentemente, o aprendizado por trás de cada um, é que vemos o quanto o apego a um desejo passado estava errado.

Acredito que isso se deve ao apego ao falso eu, que mascara uma verdadeira percepção consciente daquilo que de fato acrescentaria para melhor. Ao querer que determinada coisa aconteça, muitas vezes desejamos isso sem analisar se seria realmente fundamental às nossas vidas. Muitas vezes, é apenas um desejo momentâneo, por carência, medo ou influência de outra pessoa. E quando esse desejo mascarado não é realizado, ficamos tristes, achando que a vida é injusta. Na verdade, lá no fundo, aquele desejo não era verdadeiramente nosso e poderíamos até o ter pedido de se concretizar inconscientemente, sem querer.

O importante é sempre desejar e fazer a nossa parte, focando no que de fato seja importante e nos acrescente. E isso só acontece se nos conhecermos de fato para acertar bem no alvo. Sem criticas ou julgamentos sobre os acontecimentos que "atrapalharam" a nossa jornada em determinado momento. O bom é aceitá-los e, se for o caso, mudar de foco ou adaptá-los à realidade atual. Com isso, aceita-se a vida como ela tem que ser.








.