é a última que morre né?
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
conflitante
Qual é o tamanho da ilusão em que você vive? Será que você consegue ter o discernimento para enxergar até onde vai a fantasia que você cria diariamente para sobreviver (ou se ocultar) e saber onde começa a realidade?!?
É uma simples constatação, mas que algumas pessoas insistem em não enxergar...
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Soturno;
As vezes eu acho que você fala com a intenção de me ferir,
quase posso sentir o masoquismo entre as palavras ditas e o silêncio daquelas
não proferidas. Só pode ser essa a explicação para tanta atrocidade da sua
parte.
Mas eu sei que eu também sou culpado. Existe um alto grau de
sadomasoquismo da minha parte. Deve existir, porque pra insistir tanto no erro
somente gostando do sofrimento, caso contrário somente burrice explicaria.
Mas o ser humano é burro, e os sentimentos não são
racionais, por tal razão insistimos em atitudes erradas, mesmo cientes de que
elas nos ferem.
E mesmo assim você insiste nelas... solta o texto e espera a
minha reação de relance para saber se vou rebater e acho que se vê surpreso
quando não revido, talvez decepcionado por não conseguir atingir o alvo com a
facilidade de outrora.
Mas não é bem assim. Ainda dói, ainda machuca, ainda corrói
e muito. A diferença é que agora eu não revido mais. É quase que uma lei
natural que se aprende na prática, a gente acaba aprendendo (ou talvez
cansando) de lutar.
Qual a intenção disto? Um dia talvez eu descubra... ou não. Já
faz um tempo que eu desisti de entender os por quês desses questionamentos
infundados que a vida me faz, que você me faz sem ao menos me fazer.
Esse jogo de dizer sem dizer mas quase sempre desdizendo não
é para mim. Esgotou-me de uma tal maneira que não tenho forças para tais questionamentos.
Simplesmente não quero posso mais. Não posso por uma questão de salubridade.
Mas não se assuste com atitude arredias vindas dos outros, não
espere afagos também. Não é por mal, já disse. Mas lembre que sempre temos de
volta aquilo que damos à vida. É uma troca, o que terás hoje e no futuro, nada
mais é do que reflexo do teu passado... e isso passa longe de ser um presságio,
é apenas constatação.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
o vício que se desfaz
Não
é de hoje que o refrigerante tem sido bombardeado por especialistas na área
médica. Recentemente ele foi eleito como o pior inimigo, tabmém. por
especialistas em nutrição, por estudos científicos que associam o consumo do
produto ao surgimento de doenças graves. O último deles, desenvolvido pelo
Center for Science in the Public Interest (CSPI), uma organização
norte-americana da área de nutrição e segurança alimentar, traz novas
evidências de que os refrigerantes Coca-Cola, Coca-Cola Diet, Pepsi e Pepsi
Diet podem provocar câncer, devido à presença da substância 4-MEI, um
subproduto do chamado caramelo 4, que dá a pigmentação às bebidas.
A
substância foi incluída em uma lista de agentes cancerígenos depois que
pesquisa do Programa Nacional de Toxicologia dos Estados Unidos indicou a
conexão entre o 4-MEI e o desenvolvimento de câncer em ratos. A constatação
levou o estado da Califórnia a determinar a inclusão dessa informação nos
rótulos dos refrigerantes, ou a alteração de suas formulas.
Ao
que tudo indica, as empresas citadas vão optar pela segunda opção.
Além
de possuir muitas substâncias artificiais em sua composição, o refrigerante
contém valor nutricional quase nulo. As variações cola, em especial, contam com
uma grande quantidade de fosfatos, que em excesso provocam o enfraquecimento
dos ossos através da liberação do cálcio. Dessa forma, é facilitada a
incidência de doenças ósseas, como a osteoporose. A bebida ainda é rica em
açúcar, que além de prejudicar a boa forma, propicia o surgimento de cáries,
principalmente nas crianças. Mesmo as versões diet, que não contêm glicose,
expõem os dentes a ácidos capazes de estragar o esmalte.
E
não se pode esquecer dos corantes, também perigosos. Vários deles possuem
substâncias cancerígenas. O consumo de refrigerantes também faz com que as
pessoas diminuam significativamente a ingestão de bebidas saudáveis como a
água, o leite e os sucos naturais, perdendo nutrientes importantes.
Bom,
acho que todos esses motivos são mais que suficientes pra qualquer pessoa se
convencer a não beber esses líquidos, certo? O problema é justamente esse: como se convencer a fazê-lo depois de uma
vida inteira de vício?
Sim, vício, eu digo vício porque no meu caso era (sim no passado) um vício. Durante a minha vida toda tomar coca-cola foi o meu maior vício. O mais incontrolável deles. E como todo vício, o mais prazeroso. E ao meu ver, a curto prazo o menos prejudicial de todos os vícios que uma pessoa poderia ter, por isso nunca me preocupou tanto.
Porem
isso mudou há 40 (quarenta dias). Sim, por isso os verbos no parágrafo acima no
passado, hoje eu completo quarenta dias sem beber qualquer tipo de refrigerante
e me sinto muito bem, sem crises, sem surtos, sem neuras... E afirmo que eu sou prova viva de que a pesquisa é real pois a minha ingestão
de líquidos saudáveis como água e sucos aumentaram numa quantidade
inacreditável, que nem eu sabia que eu era capaz de beber.
Provavelmente,
a longo prazo, essa minha OPÇÃO por não beber mais refrigerantes seja muita
benéfica para o meu organismo do que está sendo agora, mas de antemão já digo
que estou gostando, e muito, dos resultados, que fazem parte de um novo projeto
de vida. Muito mais saudável.
A dica é: não espere chegar ao seu limite ou ponto de não ter mais volta para procurar ajuda ou ficar bem com você mesmo, hoje é sempre tempo para começar...
Há quarenta dias acabou o meu vício pelo líquido chamado Coca-cola, mas não pela marca que eu sempre vou admirar... Vou continuar amando a cor, vou idolatrar a minha geladeira, meus pratos, meus copos, meus ‘bows’, travessas, jarras, etc.;
Esqueço
o vício,
mas mantenho a paixão...
domingo, 25 de março de 2012
esvai-se
Eu sempre fico estupefato com a maneira nada sutil com que a vida tem de
me mostrar que as coisas não são simples como eu fantasio na minha mente. Não,
nada pode ser tão simples como eu pinto nos meus sonhos. Nos últimos dias tem
acontecido de forma incisiva e até um pouco agressiva essa forma de me fazer
ver as coisas sob outra perspectiva. Talvez porque eu esteja sonhando mais,
fantasiando mais, me iludindo mais... digo isso porque talvez estivesse
construindo imensos e frágeis castelos de areia em cima de terrenos arenosos e
movediços. Mas mais do que isso, vem de uma forma bruta e inesperada um tapa
que tenta me colocar no eixo novamente. E como essa sentimento é interno, todas
as reações também tem de ser e isso faz com que tudo continue sendo cada vez
mais interno, mas também muito doloroso como sempre tem sido. É difícil ser
assim, e como eu já exteriorizei, ou tentei em muitas outras oportunidades exteriorizar...
fica então, o registro de quão difícil as coisas podem ser numa tentativa de vã
de apenas não ser...
sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
You Will Never Know
With every smile comes my reality irony
You won't find out what has been killing me
Can't you see me, can't you see
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