segunda-feira, 15 de outubro de 2012

noites perigosas







Descobri que existe mil maneiras diferentes de dizer “eu te amo”, e que por mais simples que sejam essas palavras, elas representam tudo. Descobri que abraços podem te tranquilizar de uma maneira devastadora, e noites de insônia podem ser perigosas quando se tem muita besteira em mente.

Sempre Tati Bernardi


terça-feira, 18 de setembro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

escolhas






Tudo bem que a gente tem que dar o primeiro passo, depois insistir, por vezes até persistir para alcançar o êxito. Mas, na minha não tão modesta opinião, isso não funciona para com as pessoas. Não deixe as coisas subentendidas, fale o que você pense, corra atrás de quem você quer. Só não espere ser tarde demais para os seus planos. Se tempo não espera, por que as pessoas haveriam de esperar? A sua vida nao é nada mais do que o reflexo das suas atitudes! Portanto não fique se achando injustiçado ou abençoado, você será aquilo que escolheu ser...


domingo, 9 de setembro de 2012

Marlonzinho





Garoto Modelo Depois de ter o pai assassinado a tiros e sobreviver a um câncer pesado, um garoto de Santa Catarina se torna o mais bem-sucedido modelo brasileiro da história
Se Gisele Bündchen tivesse um correspondente no hemisfério masculino do planeta da “modelagem”, ele provavelmente atenderia por Marlon Teixeira. Este é o nome do garoto de 21 anos nascido e criado nas praias do Balneário Camboriú, na bela e Santa Catarina.
Hoje um dos mais requisitados e festejados modelos do mundo, Marlon não teve exatamente uma vida fácil até ser descoberto por um amigo da família que dirigia uma agência de modelos catarinense. O pai foi assassinado à bala quando o menino tinha apenas 1 ano e meio de idade, numa situação sobre a qual, por razões compreensíveis, não gosta de se alongar. Dois anos depois recebeu um diagnóstico pesado: tinha câncer no mediastino, área da caixa torácica que engloba esôfago, traqueia e coração. Praticamente morou no hospital, de onde só foi receber alta aos 7 anos. “Vi um monte de amiguinhos irem dormir e não acordarem mais…acabei descobrindo a morte muito cedo”, relatou o garoto à jornalista Luciana Obniski, que o entrevistou para a edição de setembro da “TPM” que traz o ensaio sensual com o modelo, de onde saiu a amostra que você vê aqui.
Ter sobrevivido a tudo isso e à pouca grana, as aulas de surfe que começou a dar ainda adolescente, o 1,87 m de altura e uma certa vocação para bicho solto talvez sejam fatores relevantes na equação que resultou num dos mais atraentes representantes da estética masculina vigente no mundo da moda, ao menos nas opiniões abalizadas de marcas como Armani, Dior, Dolce & Gabbana, Cavalli e outros clientes respeitáveis. Especula-se que os cachês de Marlon tenham crescido 20 vezes nos últimos quatro anos. Remunerações de seis dígitos, mais comuns no mundo da moda para as mulheres, já são uma realidade na vida dele. O certo é que o menino de Camboriú que se tornou o mais reconhecido e bem pago modelo brasileiro vive hoje sem reclamar muito, num belíssimo apartamento em Manhattan que divide com outro modelo. Diz que está guardando dinheiro para dar uma vida confortável à sua futura família, que está solteiro, fala sobre o sofrimento de um relacionamento rompido algum tempo atrás, que gosta mesmo é das brasileiras e que acha namoro algo pra ser levado a sério. Um garoto modelo?



E aí a gente olha pra essa carinha dele e nem imagina o que o cara passou pra chegar onde chegou... e muita gente reclamando de barriga cheia. Nessas horas é aquela tapão com luva de pilica bem no meio da fuça que a vida nos dá pra mostrar que as coisas não são como a gente imagina. 
Vamos ver o mundo com outros olhos, vamos?


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Setembro








Que setembro venha com bons ventos,
que me traga sorte e amor, que não me deixe sofrer,

Por favor...


Caio F. de Abreu




segunda-feira, 13 de agosto de 2012

pequenos detalhes, grandes recordações;






Sinceramente eu não sei o porquê de algumas atitudes que tomamos, mas sei que elas alteram nossos caminhos de uma forma que não podemos prever as consequências.
Cada pessoa que passa pela minha vida me deixa um tipo de recordação. 
Aqueles mais próximos, mais marcantes deixam além das marcas afetivas, deixam marcas físicas: são as materializações do passado no presente. E eu gosto destes pequenos detalhes. São simples objetos para alguns mas que com um toque trazem um imenso passado a tona para outros. Tudo depende do ponto de vista.
Mas algo tem acontecido agora. Algumas lembranças tem se tornado um pouco mais frequentes nos últimos dias e eu tenho revivido muitos momentos dos quais a gente acaba não controlando.
Se eu acertei, se alguém tinha razão, se ia dar certo... são questionamentos que não cabe se fazer agora porque simplesmente não vão alterar o presente e talvez só traga mais sofrimento.
Da afetividade o turbilhão que tem passado na minha cabeça eu controlo da forma como posso, como a gente aprende com a vida.
Mas hoje eu acho que extrapolei um pouco esse liame do afetivo/presencial. Pois do alto da minha destreza de mamute consegue quebrar um objeto que era mantido na minha sala desde quando eu ganhei de presente no meu aniversário. E esse objeto me remetia justamente à pessoa a qual eu tenho eu me refiro nesse texto.
Eu não sei qual é a representatividade disso na minha vida, mas o fato da minha estabanação acabou lascando mais que aquele objeto. Lascou uma parte de mim. E isso foi como matar uma parte da minha história.
Definitivamente isso me soa como um relato muito dramático, mas vindo de mim, isso não soaria nada estranho, seria até habitual. Entretanto, isto é apenas um breve registro que não tem o intuito de ser explicativo: está para o blog quase como a seleção dos eventos aleatórios do dia está para um diário. 
Talvez tenha sido um último voo; ou apenas uma espécie de renascimento... Só o tempo dirá!



Porque o mundo dá voltas...









Não vá pensando que determinou
Sobre o que

  só o amor pode saber

Só porque disse que não me quer
Não quer dizer que não vá querer
Pois tudo o que se sabe do amor
É que ele gosta muito de mudar
E pode aparecer onde ninguém ousaria supor

Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não tenha do que duvidar

Pensando bem, pode mesmo

Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais
Vai saber?

Só porque disse que de mim não pode gostar
Não quer dizer que não venha a reconsiderar

Pensando bem, pode mesmo

Chegar a se arrepender
E pode ser então que seja tarde demais...

Vai saber?

domingo, 5 de agosto de 2012

Nossos Momentos com o Álece





AMO, de uma forma inexplicável!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

divã





Hoje eu encerrei o ANO II no divã. (e só a título ilustrativo aqui o ano não corresponde ao ciclo de 365 dias, é tão somente um indicativo periódico).
Mais uma fase se encerra, mais um ciclo completado.
Não sei exatamente qual é o balanço que eu cheguei disso tudo, mas segundo a minha terapeuta eu estou mais centrado e tive muitos progressos, o que é muito bom. 
A princípio esse término é um tipo de férias que logo voltará à programação normal, tipo seriado, mas o que vai acontecer nos próximos capítulos eu sinceramente não sei.
Só sei que hoje coloquei alguns pontos na minha vida. Pra ser sincero, não foi exatamente hoje. Talvez eles só tenham sido escritos hoje, mas estão sendo pensados há vários dias.
Tenho tido muito tempo sozinho com meus pensamentos, tenho estado longe de algumas coisas que me fazem mal e até de algumas coisas que eu achava que eram imprescindíveis na minha vida. E agora que fiquei sem, descobri que nada nessa vida é mesmo insubstituível e que a gente tem é que perder essa mania de achar que é.
Nestes últimos dias tenho enfrentados fantasmas que me atormentam diuturnamente e que se fortalecem com os meus medos, por isso são tão difíceis de se lidar, mas mesmo assim não tenho deixado de lutar.
Tenho tido minhas recaídas, e confesso que não tem sido poucas e, muitas delas me levaram ao fundo de mim mesmo, sem que ninguém viesse me dar a mão para trazer de volta. Talvez isso seja a parte que mais me doa, não ter com quem contar em certas horas.
Minto, acho que estou expondo as coisas da forma errada, o grande problema, não só meu, como da vida, e das pessoas de uma forma geral é a decepção gerada pela confiança que se deposita nas outras pessoas, sendo que na maioria das vezes a outra pessoa não tem nem ideia disso. Ok, algumas vezes até tem, mas a culpa de incidir nesse erro é nossa. Temos que ter a ciência de que não devemos projetar nossas expectativas nos outros porque a possibilidade de frustração só aumenta em proporções geométricas.
Enfim... tenho tentado lidar com as minhas frustrações, descobrindo que não adianta mudar o foco do problema como forma de escape. Muda-se somente a fonte.
Com algumas das últimas atitudes tenho aprendido (forçosamente) a lidar com o fracasso e o amargo das desilusões, mas isso não mata como eu já sabia. A gente vai aprendendo a ser mais forte com os nossos erros.
Se bem que as vezes dá uma vontade de fazer uma coisa que eu já citei aqui e eu descrevo como: "correr pra dentro...", mesmo sabendo que quase sempre isso não é possível...
Mas como diria um amigo sobre o caso: com o tempo tudo volto aos seus devidos lugares.
E vamos que vamos...